quinta-feira, 28 de outubro de 2010

SUPER DICA: O super Registry Easy

O programa que caiu do céu !


Ontem baixei o Registry Easy no meu computador. Meio desconfiado, duvidei do que prometia ser: o melhor faxineiro e técnico para a máquina. Incrivelmente, foi encontrado mais de 600 problemas de registro no meu note, a internet não corria: voava ! deve ter aumentado de velocidade uns 25%, reparou completamente o sistema, não esquecendo que é perfeito pro meu OS: Windows Vista!!!

Aqui tem o que o Baixaki fala sobre ele:

RegistryEasy é um software que escaneia, limpa e repara o registro do seu sistema operacional. Ele é capaz de detectar vários problemas relativos ao registro, tais como: entradas desnecessárias, atalhos inválidos, softwares que iniciam com o Windows, controles ActiveX, Fontes, DLLs, desinstalação de aplicações, serviços, programas instalados, etc.

Ele realiza backup de arquivos antes de remôve-los e também os conserta quando estão com erros. Conta também com ferramentas capazes de adicionar/remover softwares instalados, gerencia aplicações e processos que iniciam com o Windows e limpa arquivos desnecessários.

A interface é clara, fácil de usar e muito intuitiva, permitindo que até usuários amadores varram o computador para consertar o registro do sistema operacional e melhorar o desempenho da máquina.

A versão trial do Baixaki está desatualizada, então você pode fazer o download gratuito no próprio site do Registry Easy !

Eu aprovo !

depois deixe seu comentário sobre o que você achou...

até a próxima!!

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Gordon, o robô com cêrebro de rato !

Gordon, provavelmente, o primeiro robô do mundo controlado exclusivamente por tecido vivo do cérebro mamífero de um murídeo: o popular rato.

Formado a partir de neurônios cultivados, a matéria cinzenta de Gordon foi concebida na Universidade de Reading por engenheiros e biólogos que revelando a incrível máquina neuro interativa.

Suas experiências inovadoras exploraram o limite de fuga entre a inteligência natural e a artificial, e pode lançar luz sobre os blocos fundamentais da construção da memória e da aprendizagem, um dos investigadores pertence a AFP.

"O objetivo é descobrir como a memória é armazenada em um cérebro biológico", disse Kevin Warwick, roboticista e professor da Universidade de Reading e um dos arquitetos do protótipo robótico.

Observar como as células nervosas coerentes em uma rede como a gerada pelo cérebro disparam impulsos elétricos, ele disse, também pode ajudar os cientistas a combater as doenças neurodegenerativas que atacam o cérebro, como Alzheimer e Parkinson além de auxiliar na melhor estrutura para uma rede neural eficiente.

"Se compreendermos alguns dos princípios básicos do que está acontecendo em nosso pequeno modelo de cérebro, talvez poderíamos ter enormes spin-offs médicos", disse ele.

Lembrando um pouco, em seus movimentos e levemente na aparência, o herói compactador de lixo Wall-E, Gordon tem um cérebro composto por 50.000 a 100.000 neurônios ativos em solução bioquímico condutora.

Uma vez retirado dos fetos e desembaraçados com um banho de enzimas reagentes, as células nervosas especializadas são dispostas em um meio rico em vários nutrientes, entre eles vitaminas e sais minerais, através de um compartimento de 8x8 cm acompanhados por 60 eletrodos.

Esta "matriz multi-eletrodo" (MEA), serve como interface entre o tecido vivo e a máquina, e envia impulsos elétricos para acionar as rodas do robô, e receber impulsos entregues por meio de sensores que reagem ao ambiente, porque o cérebro é um tecido vivo, que deve ser alojado em uma unidade especial de temperatura controlada - ele se comunica com seu "corpo" através de um link de rádio de Bluetooth.

O robô não tem nenhum controle ou controlador adicional de um humano ou um computador.

Desde o início, os neurônios já se ocupam. "Dentro de aproximadamente 24 h, eles começam a enviar seus axiônios, formando sinapses entre eles e fazendo novas conexões", disse Warwick.

"Dentro de uma semana recebemos alguns sinais espontâneos e atividade cerebral semelhante ao que acontece em um rato normal - ou ser humano - no cérebro ", acrescentou.

Mas, sem estímulo externo, o cérebro vai murchar e morrer dentro de alguns meses.

"Agora nós estamos procurando a melhor forma de ensiná-lo a se comportar de certa forma", explica Warwick.

Em certa medida, Gordon aprende por si só. Quando ele atinge uma parede, por exemplo, ele recebe um estímulo elétrico dos sensores do robô, desenvolve memória e, como enfrenta situações semelhantes, aprende por hábito.

Para ajudar neste processo, os pesquisadores também utilizam produtos químicos diferentes para reforçar ou inibir as vias neurais que se acendem durante ações específicas.

Gordon, de fato, tem múltiplas personalidades - o MEA cria vários "cérebros" que os cientistas podem encaixar no robô. "É muito engraçado - você tem diferenças entre os cérebros", disse Warwick.

Principalmente por razões éticas, é improvável que os investigadores e laboratórios em todo o mundo façam uso da mesma técnica para experimentos com o uso de neurônios humanos.

Mas as células cerebrais de ratos não são tão diferentes das humanas: grande parte da diferença neurológica entre roedores e humanos, especula Warwick, poderia ser atribuída à quantidade, e não a qualidade. Cérebros de ratos são compostos por cerca de um milhão de neurônios, células especializadas que transmitem informações através do cérebro através de substâncias químicas chamadas neurotransmissores.

Os seres humanos têm 100 bilhões.

Para a colega Ben Whalley, uma das questões fundamentais que se colocam hoje aos cientistas é como ligar a atividade de neurônios individuais com o comportamento esmagadoramente complexo de organismos inteiros.

"O projeto nos dá uma oportunidade única de olhar para algo que pode exibir comportamentos complexos, mas ainda permanecem intimamente ligados à atividade de neurônios individuais", disse ela.

Veja:

Este e Gordon. Acima vemos seu cérebro ciborgue.

fonte: New Scientist

Exoesqueletos: o futuro da guerra e da medicina.


Médicos e militares são os principais motores para as tecnologias emergentes. Ambos têm grandes orçamentos e motivação de vida ou morte que freqüentemente se sobrepõe. Essas tecnologias interligadas geram uma grande quantidade de hardware, que eventualmente acaba nas ruas. Dois anúncios desta semana destacam como estes setores estão na vanguarda do curso convergente do Homem e da robótica.

No plano militar, a empreiteira de defesa, Raytheon, anunciou a última versão do seu exoesqueleto de campo, o XOS 2. Com 95 kg o bodysuit é 40% maior que seu antecessor, o XOS 1, e pode levantar 23kg por braço. A Raytheon afirma ter reduzido o consumo de energia pela metade no novo modelo.

Impulsionada pelo sistema hidráulico, a armadura é projetada principalmente para reforçar as capacidades de carga no campo, embora se possa imaginar todos os tipos de fantasias supersoldier (vide HOMEM DE FERRO e CRYSIS). A Raytheon espera que a implantação da linha de campo XOS seja implantada no prazo de 5 anos, embora eles terão de superar várias barreiras técnicas.


Esta é a Nanosuit: um exoesqueleto nano-baseado de alta performance mostrado na franquia de games Crysis.

No campo médico, a Technology Review relata que pesquisadores de Berkeley demonstraram um leve exoesqueleto portátil desenhado para ajudar paraplégicos a recuperar a capacidade de andar. O dispositivo é simples e auto-alimentado, mas a característica mais interessante, é a habilidade de imitar um ser humano em seu andar natural. Ao contrário do exoesqueleto militar que reforça os movimentos existentes, o equipamento de Berkeley substitui o movimento perdido não só na paraplegia, como na tetraplegia. Usando uma combinação de sensores remotos em um processamento central que coordena bombas hidráulicas, dando apoio a ação do utente, enquanto o exoesqueleto sente e responde ao ambiente. Com efeito, o processo usa a marcha adquirida de usuário comum para atribuir a mesma marcha a paraplégicos.

Especialistas entram em comum acordo quanto ao benefícios físicos de um exoesqueleto humano: entre eles a diminuição do impacto criado pela integração ambiental e por consequência a preservação dos sistemas estruturais da biologia humana.

O impacto socio-cultural dos exosqueletos na sociedade será massivo. O engenheiro mecatrônico (de sistemas eletromecânicos informatizados) é o principal profissional desta tecnologia, porém não é o único, envolvendo médicos neurologistas e ortopedistas.

O site da Raytheon é www.raytheon.com e de Berkley é berkley.edu (ambos em inglês).

Como tantas vezes acontece, a R & D MILSPEC esforça-se para lançar um outro projeto do universo da ficção no nosso universo da realidade.

fonte: H+ Magazine

Rápida apresentação...

Fala pessoal, tudo beleza? Então, este é nosso primeiro post e vou falar um pouco sobre o blog. Bem, aqui estarei mostrando as últimas novidades da Ciência e da Tecnologia focando em Engenharia, Nanotecnologia, Bioengenharia, Robótica, A.I e T.I, dicas em informática e muito mais...

Até a próxima !